O Thanks Giving é sempre na última quinta-feira do mês de novembro.  Para milhões de americanos, é o dia de reencontrar a família e de comer peru com recheio e molho. E passada a euforia da mesa farta, milhões de americanos se entregam às compras, no dia de maior promoção de todo o ano: a Black Friday.

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É verdade que ultimamente esse dia se espalhou mundo afora, mas a origem é americana e eu achei que deveria contar como essa denominação começou. Mas antes, quero esclarecer que em inglês, quando se usa black (negro), em contabilidade, refere-se à contabilidade positiva. Nós usamos o termo azul. Então, uma conta está no vermelho, negativa, ou no black, positiva.

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O termo Black Friday foi utilizado pela primeira vez para uma sexta-feira nada festiva e que não tem a ver com compras mas com fraude: em 1869, dois investidores de Wall Street compraram enormes quantidades de ouro fazendo com que o preço aumentasse para em seguida vender com lucro extraordinário. O golpe foi descoberto, o mercado entrou em pânico e o episódio ficou chamado de Black Friday.

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No início do século passado, os comerciantes de Nova York resolveram abrir as portas na sexta-feira, dia seguinte do Thanks Giving, ao invés de fechar num feriado prolongado. O lucro foi grande e desde então, o Black Friday é o dia de maior venda no varejo dos Estados Unidos.

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Todos os anos acontecem alguns desastres na abertura das portas:  pessoas se acotovelam e quase são pisoteadas na correria dos compradores que não se importam de passar até 24 horas na fila, contanto que consigam a melhor oferta.

Uma grande loucura consumista, dando início às compras do Natal.